sexta-feira, 25 de julho de 2025

O chefe do Mossad e o Genocídio em Gaza.

 

 

O chefe do Mossad israelense voou para Washington, D.C. para apresentar o plano de limpeza étnica de Gaza: matá-los de fome, enjaulá-los e, em seguida, deportar os sobreviventes. Como disse o jornalista israelense Gideon Levy, é um plano digno de Adolf Eichmann — o burocrata nazista que orquestrou a logística do Holocausto.

Informações retiradas do Mondoweiss no X.

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Ajuda do Governo para empresas lesadas pela "taxa Trump"

 
Confirmado pela equipe da área técnica do Ministério de Relações Exteriores, o Governo brasileiro deve socorrer os setores da economia afetados pela imposição da “Taxa Trump” de 50% sobre produtos brasileiros. Segundo Fernando Haddad, (Fazenda), as medidas elaboradas com base em parâmetros dele e de Geraldo Alckmin, (Vice-presidente, (ministro Desenvolvimento, Indústria, Comercio e Serviços), terão que passar pelo ainda pelo crivo dos ministros Mauro Vieira, (das relações exteriores),  e Rui Costa (Casa Civil), para chegar em Lula que dará a palavra final.    


 

terça-feira, 22 de julho de 2025

Ataques a Democracia - Publicada Le Monde diplomatique


Artigo de 03 de novembro de 2022, porém extremamente atual
 
ELEIÇÕES E ATAQUES À DEMOCRACIA 
 
Quando falham as instituições, surgem homens excepcionais
 
Para o novo governo, trata-se de aproveitar essas pequenas brechas que se apresentam e recapturar os milhões de brasileiros que se afastaram de um engajamento incondicional com os valores republicanos e democráticos.
 
A longo da história, todos os países que passaram por graves crises políticas que colocaram em risco sua democracia e sua república se remeteram nas mãos e na coragem de raros homens que acreditavam mais que todos os outros.
 
No caso do Brasil da era bolsonarista, podemos apontar Luiz Inácio Lula da Silva e Alexandre de Moraes como esses homens especiais.
 
Depois da Segunda Guerra Mundial, quando a França já havia conseguido normalizar o clima social e político deteriorado pela ocupação nazista, o escritor e ministro André Malraux pronunciou um dos melhores discursos já escritos na história francesa. Malraux, homenageando o herói da Grande Guerra e chefe da resistência interior Jean Moulin, cujos restos mortais entrariam no Panteão, lembrou que “o destino da França esteve suspenso por um fio na coragem desse homem que tudo sabia e mesmo assim nada falou” após longas horas de tortura. 
 
Os grandes nomes da resistência francesa ao nazismo foram De Gaulle e Jean Moulin. Os grandes nomes que a história brasileira recordará depois das eleições de 2022 são Lula e Alexandre de Moraes.
No caso do Brasil da era bolsonarista, podemos apontar Luiz Inácio Lula da Silva e Alexandre de Moraes como esses homens especiais. 
 
Ambos foram alvos de uma verdadeira máquina de mentiras e calúnia. O ministro do Supremo e presidente do Tribunal Superior Eleitoral se tornou alvo da extrema-direita e suas teses conspiracionistas. Ele também foi alvo de críticas de grande parte de uma esquerda impaciente e imprudente; mesmo assim, resistiu, se manteve firme e sereno e contrariou uma após outra todas as jogadas covardes da extrema-direita que até o último momento, até poucas horas antes do fechamento dos centros eleitorais, acreditava na possibilidade de adiamento ou anulação da eleição.
 
Norberto Bobbio, o grande pensador e filósofo italiano do século XX, perguntou certa vez se era preferível para um país ter instituições fortes ou grandes governantes. Na verdade, a história nos revela que em tempos de paz as instituições sempre foram as melhores garantias da sobrevivência e continuidade republicana. Porém, em tempos de grandes crises, todas as grandes nações se abrigaram na coragem de homens e mulheres excepcionais. 
 
Esse é um grande paradoxo das nossas democracias. Recorrentemente nos vangloriamos da fortaleza das nossas instituições e tradições republicanas, entretanto, inúmeros exemplos ao longo da história mostram que a passagem de um regime democrático para um ditatorial muitas vezes depende mais da força e firmeza de alguns raros homens.
 
Ministro Alexandre de Moraes como presidente do TSE. 
 
O ministro Alexandre de Moraes revelou-se ser um deles e por sorte não tem a indecente ambição política de Sérgio Moro; de modo que com ele o Brasil não corre o risco desse atroz mélange de genres. Moraes, porém, terá mais trabalho e oportunidade de inscrever ainda mais seu nome na história do Brasil e já sinalizou que compreende a importância de seu papel decisivo. Trata-se de uma reforma das leis sobre regulamentação das plataformas digitais. Durante a coletiva de imprensa posterior ao anúncio dos resultados das eleições, ele afirmou a necessidade de responsabilizar as plataformas dando-lhes status de veículos de informação. Justíssimo!
 
Entretanto, essa missão terá que contar com a participação de toda a sociedade civil. E mais uma vez o Brasil pode ser pioneiro em sua legislação sobre mídias digitais e internet. A realidade é que hoje a maior ameaça para as democracias liberais do Ocidente são os disparos em massa de fake news.
 
A extrema-direita e a memória do nazismo
 
Os quatro anos do governo Bolsonaro deixaram evidente que as instituições brasileiras são facilmente corrompíveis, porém, o posicionamento recente da maioria dos líderes das instituições e lideranças partidárias do bolsonarismo mostraram também que têm em grande apreço uma vida política institucionalizada. É outro paradoxo brasileiro. As instituições são frágeis, mas os políticos se fortalecem no carreirismo.
 
Outro ponto essencial que deve mobilizar os debates nos próximos dias é o espaço ocupado por esses mais de 58 milhões de brasileiros que escolheram Bolsonaro no último domingo. São todos extremistas e fascistas? Certamente não. Mas muitos deles constituem essa massa flutuante que navega entre o centro, a direita e a extrema-direita. Um desafio político e ideológico do próximo governo consistirá em trazer essas pessoas para o lado da democracia, talvez até por meio de medidas econômicas e políticas públicas.
 
O Brasil de Bolsonaro também cristalizou a posição do país longe do secularismo e da laicidade. A centralidade do debate religioso durante a campanha eleitoral, sobretudo, no segundo turno, e o fortalecimento dos evangélicos como atores essenciais dos processos políticos são um triste aviso de que a democracia brasileira perdeu uma característica fundamental dos Estados modernos que é o “desencantamento do mundo”, a separação da política com a esfera religiosa. De agora em diante, a política brasileira será pautada pela temática religiosa. É uma tendência que afeta também os Estados Unidos.
 
A vitória de Lula, ou melhor, a vitória do campo democrático por meio de uma aliança ampla que reuniu vários partidos políticos com fortes raízes democráticas é uma oportunidade única de marginalizar a extrema-direita no Brasil. 
 
Retomando as comparações com a Europa, vemos desde a eleição presidencial francesa de 2002 quando Jean-Marie Le Pen chegou ao segundo turno, que nesse país é comum uma frente ampla ser formada para barrar a extrema-direita; de tal forma que não se vislumbra no horizonte seu acesso à presidência da república. É óbvio que a extrema-direita se tornou uma força política na França, mas ela não é uma força capaz de chegar à presidência. O motivo dessa impossibilidade é histórico e cultural no sentido em que a extrema-direita francesa é intimamente relacionada na memória dos eleitores com a ocupação nazista e a colaboração durante o regime de Vichy. No Brasil, essa associação com o nazismo é de frágil demonstração.
 
No máximo, se pode relacionar a extrema-direita com a ditadura militar. Contudo, hoje, seus laços parecem ser mais fortes com os grupos religiosos evangélicos mais radicalizados do que com a memória da ditadura militar. Por isso, aumenta no Brasil a dificuldade da formação de uma frente ampla contra a extrema-direita.
 
Dito isso, é preciso tomar alguns cuidados na análise. A tese de que o bolsonarismo é forte precisa ser relativizada. E nem o Bolsonaro é tão forte fora da presidência.
Não significa que o conservadorismo (e seus aspectos religiosos) seja fraco no Brasil. Me refiro à figura de Bolsonaro como sendo central na articulação desse conservadorismo. É esse ponto que deve ser relativizado. Muitos dos seus aliados de primeira hora foram atacados pelos filhos e o “gabinete de ódio”. Os recentes aliados sabem que é um risco que sempre vai existir com eles. Se vislumbrarem a possibilidade de tirar os filhos da cena política, não hesitarão. 
 
A presteza, domingo, de vários bolsonaristas em reconhecer sua derrota já indica essa tendência. Bolsonaro pode se manter importante nos próximos anos, mas precisará demonstrar muita inteligência política. O comportamento mais óbvio que se esperaria dele seria continuar sendo relevante mantendo a postura truculenta que sempre o caracterizou. Ele aposta na agitação. Isso mantém o engajamento de alguns radicais, mas não durante quatro anos. Além disso, há um risco político para ele caso aposte por promover uma agitação desmedida que pode irritar a Justiça. E sabemos que não é uma boa ideia num país como o Brasil onde o Poder Judiciário já mostrou que é propenso a intervir nos processos políticos.
Portanto, para o novo governo, trata-se de aproveitar essas pequenas brechas que se apresentam e recapturar os milhões de brasileiros que se afastaram de um engajamento incondicional com os valores republicanos e democráticos. Esse é um dos grandes desafios da sociedade brasileira nos próximos anos: marginalizar ao máximo o campo da extrema-direita ampliando a adesão popular à democracia.
 
Serge Katz é doutor em Sociologia pela UFPB

segunda-feira, 21 de julho de 2025

terça-feira, 15 de julho de 2025

Política não se mistura com religião!


 Sob a carranca dos crentes desnuda-se, de maneira obscena, a impostura dos poderes, sobretudo dos pequenos poderes que agem sobre os critérios dos dogmas autoritários. Estes pastores e padres são uns pervertidos que se fingem gente.

Ricardo Matos 

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Chamem Aécio!!! Chamem Aécio!!! Até o jornalão Estadão nazifascista virou antibolsonaro.


Editorial Estadão 
 
Aprendizes de Bolsonaro
 
Fiéis à desonestidade intelectual do padrinho, governadores bolsonaristas que aspiram à Presidência culpam Lula pela ameaça de tarifaço de Trump. A direita pode ser muito melhor que isso
A direita brasileira que se pretende moderna e democrática, se quiser construir um legítimo projeto de oposição ao governo Lula da Silva, precisa romper definitivamente com Jair Bolsonaro e tudo o que esse senhor representa de atraso para o Brasil. Não se trata aqui de um imperativo puramente ideológico, e sim de uma exigência mínima de civilidade, decência e compromisso com os interesses nacionais.
 
O recente ataque do presidente americano, Donald Trump, às instituições brasileiras, supostamente em defesa de Bolsonaro, é só uma gota no oceano de males que o bolsonarismo causa e ainda pode causar aos brasileiros. A vida pública de Bolsonaro prova que o ex-presidente é um inimigo do Brasil que sempre colocou seus interesses particulares acima dos do País. A essa altura, portanto, já deveria estar claro para os que pretendem herdar os votos antipetistas que se associar a Bolsonaro, não importa se por crença ou pragmatismo eleitoral, significa trair os ideais da República e arriscar o progresso da Nação.
Por razões óbvias, Bolsonaro não virá a público condenar o teor da famigerada carta de Trump a Lula. Isso mostra, como se ainda houvesse dúvidas, até onde Bolsonaro é capaz de ir – causar danos econômicos não triviais ao País – na vã tentativa de salvar a própria pele, imaginando que os arreganhos de Trump tenham o condão, ora vejam, de subjugar o Supremo Tribunal Federal e, assim, alterar os rumos de seu destino penal.
 
Nesse sentido, é ultrajante a complacência de governadores como Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG) e Ronaldo Caiado (GO) diante dos ataques promovidos pelo presidente dos EUA ao Brasil. As reações públicas dos três serviram para expor a miséria moral e intelectual de uma parcela da direita que se diz moderna, mas que continua a gravitar em torno de um ideário retrógrado, personalista, francamente antinacional e falido como é o bolsonarismo.
 
Tarcísio, Zema e Caiado, todos aspirantes ao cargo de presidente da República, usaram suas redes sociais para tentar impingir a Lula, cada um a seu modo, a responsabilidade pelo “tarifaço” de Trump contra as exportações brasileiras. Nenhum deles se constrangeu por tergiversar em nome de uma “estratégia eleitoral”, vamos chamar assim, que nem de longe parece lhes ser benéfica – haja vista a razia que a associação ao trumpismo provocou em candidaturas mundo afora.
 
Tarcísio afirmou que “Lula colocou sua ideologia acima da economia, e esse é o resultado”, atribuindo ao petista a imposição de tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras aos EUA – muitas das quais saem justamente do Estado que ele governa. Classificando, na prática, a responsabilidade de Bolsonaro como uma fabricação, o governador paulista concluiu que “narrativas não resolverão o problema”, como se ele mesmo não estivesse amplificando uma narrativa sem pé nem cabeça.
 
Caiado, por sua vez, fez longa peroração, com direito a citação do falecido caudilho venezuelano Hugo Chávez, antes de dizer que, “com as medidas tomadas pelo governo americano, Lula e sua entourage tentam vender a tese da invasão da soberania do Brasil”. 
Por fim, coube a Zema encontrar uma forma de inserir até a primeira-dama Rosângela da Silva no script para exonerar Bolsonaro de qualquer ônus político pelo prejuízo a ser causado pelo “tarifaço” americano se, de fato, a medida se concretizar.
 
O Brasil não merece lideranças que relativizam os próprios interesses nacionais em nome da lealdade a um projeto autoritário, retrógrado e personalista. Até quando a direita brasileira permitirá ser escrava de um desqualificado como Bolsonaro? 
 
Não é essa a direita de um país decente. Não é possível defender o Estado Democrático de Direito e, ao mesmo tempo, louvar e defender um ex-presidente que incitou ataques às urnas eletrônicas, ameaçou as instituições republicanas, sabotou políticas de saúde pública e usou a máquina do Estado em benefício próprio e de sua família ao longo de uma vida inteira.
 
O Brasil precisa, sim, de uma direita responsável, madura e comprometida com o futuro – não de marionetes de um golpista contumaz.

 

domingo, 13 de julho de 2025

Carta da Michelle Bolsonaro para Lula.

 


“Presidente Lula, esse tipo de sanção, até hoje, só foi aplicada a países reconhecidos como ditaduras.

O Brasil vive um período muito difícil com relação aos direitos fundamentais. Há uma ditadura disfarçada de democracia, os ditadores agem como uma cobra traiçoeira que se enrola devagar e sufoca sua vítima, quando ela percebe é tarde demais. 

Lula, você precisa parar de se guiar por ideologias doentias e por desejo de vingança. É preciso governar para obter o que é melhor para o povo e para o Brasil. Chega de ódio e irresponsabilidade.

Lula, pare com as provocações e seus atos e palavras. O Brasil não precisa de discursos cheios de raiva, o nosso povo precisa de cuidado e de um governo responsável. Abandone as perseguições e começe a trabalhar pela unidade e pela verdadeira liberdade do nosso povo, dá tempo. 

Lula, você precisa parar de transferir as responsabilidades dos seus atos apontando culpados para desviar a atenção das pessoas. É tempo de assumir os erros, de se arrepender, de pensar no povo e tentar salvar o que ainda é possível salvar, para o bem do país inteiro. 

Lula, chegou a hora de abaixar as armas. Você precisa deixar o seu desejo de vingança de lado. Você precisa parar de se juntar aos movimentos terroristas e aos ditadores. A imagem de um Brasil pacifico e de progresso está destruída porque você está se juntando a essas pessoas e arrastando o nosso Brasil para o buraco.

Presidente Lula, o senhor tem a oportunidade de evitar essas sanções. Não queira imitar Cuba e Venezuela, veja como o povo desses países sofrem. Não queremos isso para o nosso amado Brasil. 

Lula, pelo bem do Brasil e dos brasileiros, abandone essa tendência ditatorial e pense no bem do nosso amado povo e das nossas famílias. Comece agora a corrigir os graves erros do seu governo, ainda dá tempo. O Brasil está assistindo e esperando um gesto de lucidez que realmente possa trazer paz ao nosso país. É hora de abaixar as armas da provocação, cessar os tambores de ofensas e hastear as bandeiras de diálogo e da paz. Todo poder ver de Deus, mas ai daquele que o usa para oprimir os inocentes”

Alguém pode contar pra ela, Michelle, que quem está processando Bolsonaro e cupinchas é o Ministério Público Federal, na pessoa do Drº
Paulo Gonet Branco e quem está julgando é o Supremo Tribunal Federal. 

Alguém conta também que os países citados são os maiores parceiros comerciais de Brasil. A exemplo da China e da Rússia...  

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Alexandre de Moraes, Barroso, e a prostituta do Congresso.


 

Quando uma rameira, em tempos bíblicos, foi pega em adultério e levada aos Rabinos no Templo para ser julgada, o chefe dos juízes da fé não disse a palavra da lei: “apedrejem-na”.

Sabendo que Jesus pregava na praça, o Juiz mandou que escribas fariseus e a multidão raivosa a levasse ao Santo homem para julgá-la e assim pudesse testá-lo.

Creio que o Juiz Luís Roberto Barroso, presidente do nosso “Supremo, com tudo”, colocou a mesma “casca-de-banana” para Alexandre de Moraes ao mandá-lo decidir sobre a invasão de prerrogativa legal do IOF derrubado pelo  Congresso de Hugo Motta e Davi Alcolumbre.

Alexandre de Moraes, então, não desenhou um peixe no chão e disse a famosa frase: “quem nunca pecou atire a primeira pedra”, mas fez algo parecido e, fugindo de sua obrigação de determinar a lei Constitucional, optou por Cristianizar a contenda e tentar uma reconciliação pacífica entre um Congresso corrupto, Inimigo do Povo e um Executivo que já podemos dizer “em véspera de eleição”, uma vez que Tarcísio de Freitas é figurinha carimbada nos comícios de Bolsonaro e Lula se admitiu candidato.

Acontece que o povo já está muito revoltado com o atual nível de corrupção e descaso deste Congresso Inimigo do Povo que, desde a presidência Eduardo Cunha vem acumulando poder e tomando decisões das mais que provocativas contra o povo.

O Regime é presidencialista.

Isso foi decidido pelo povo em plebiscito. Porém, desde a Eleição de Eduardo Cunha que culminou com o impeachment de Dilma, coisas mudaram. O Congresso foi galgando poderes ao ponto de Rodrigo Maia afirmar pra quem quisesse saber que “Congresso não é obrigado a ouvir o Povo”.

Estava enganado o Srº Rodrigo Maia. Quem banca tudo é o trabalhador e quem elege políticos, nos regimes democráticos, é o Povo.

Lembro que passamos pela Lava-Jato, o maior golpe judicial no Brasil armado pela Globo que obedece a vontade dos USA, com Sérgio Moro e CIA. Enfrentamos uma praga mundial onde milhares de Brasileiros morreram, mais de 700 mil e nada aconteceu aos responsáveis por isso.   

Agora nosso Congresso extrapolou todas suas limitações e o povo está dizendo BASTA.   

sábado, 5 de julho de 2025

Flavio Dino, o Hulk, quis fazer uma faxina nas emendas parlamentares...

 

 


O Congresso não quer nenhuma fiscalização nas emendas parlamentares. Mas Flavio Dino quer e, quando começou a fazer faxina, Hugo Motta, herói dos ricos, e suspeito nas emendas junto com Davi Alcolumbre, traiu acordo com Governo Lula, invadiu a prerrogativa de gestão, e, numa reunião relâmpago, derrubou o IOF.

Lula mandou o Governo Recorrer a justiça, mas Alexandre de Moraes preferiu botar panos quentes a fazer ser trabalho em defesa da Constituição? Será medo de dizerem que ele é Petista?   

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Por que a Globo é contra o Povo?

 

 
     A Globo inventa uma versão Petista, — (como a Globo mente e deturpa as coisas é de dar nojo) — para a indignação popular que não é contra o IOF.
     A indignação do POVO e não só do PT, a indignação popular é contra o não pagamento, ISENÇÃO, de Impostos pelos Cassinos Virtuais, Bets, é pelos muito ricos, PLUTOCRATAS, não quererem pagar a parte deles, é contra os subsídios a multinacionais do chamado "agronegócio", mas, principalmente, contra a corrupção, ROUBO, das emendas parlamentares impositivas e emenda PIX, criada por este Congresso Inimigo do Povo e a atuação de Hugo Motta e Davi Alcolumbre no que tange também a REFORMA FISCAL.